quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Adele - O Mar e o Vento

O sol saudava a manhã nublada. As folhas das palmeiras se agitavam ao longe, enquanto soprava forte em direção ao mar. As águas balançavam ao sabor do vento, acompanhando os movimentos como numa grande dança.
Adele estava tão entretida construindo os seus castelos na areia que não percebera os movimentos da natureza ao seu redor. Quando o ar se escureceu repleto de nuvens de poeira, ela comprimiu os olhos e olhou para o céu. Havia uma escura cortina de chuva que se deslocava em sua direção, formando ondas cinzentas. Um uivo incessante encheu os seus ouvidos, enquanto o vento puxava suas roupas com dedos invisíveis. Logo, começou a chover e a chuva estava fria como gelo. Ela estava ensopada e tremendo, quando pensou em algo horrível.
A fúria do vendaval atingiu as muralhas do castelo como um golpe de martelo. Com um ataque violento, arrasou as entradas e aposentos reais. O vento lutou c/ a fortificação por um segundo, mas, com um último golpe, conseguiu vencê-lo. Adele respirou fundo.
Os castelos que ela construíra na areia foram destruídos pela força do vento. Restou apenas uma massa disforme no lugar.

4 comentários:

Stuck disse...

Olá, sou Daniel do comentario do post anterior, hj tou logado :)
Essa historia me fez lembrar os castelos de areia q fazia, eu cavava um tunel atravessando o castelo de lado a lado, tomando cuidado para nao destruir, depois cavava um canal trazendo agua do mar pra cerca o castelo com jacarés imaginários :D
Ainda tou curioso sobres vcs ou vc.
t+

Paloma disse...

Bom! Achei sinestésico!

dissensao.blogspot.com disse...

Para onde vão estas palavras? Com que força as joga ao vento? Onde? Quando? Quais os precedentes? Para onde e quem queresn atirar???
bjssss
Ranieri

dissensao.blogspot.com disse...

poxa... já comentei 3veses e apagou.. veja direito o pq??